Desde la normalidad a la producción de la diversidad en educación matemática
Desde la normalidad a la producción de la diversidad en educación matemática
Authors
Andrade-Molina, Melissa
Montecino, Alex
Valoyes-Chávez, Luz
Montecino, Alex
Valoyes-Chávez, Luz
Profesor Guía
Authors
Date
Datos de publicación:
ZDM, Vol. 55, N° 6, 1125-1137
Tipo de recurso
Artículo Original
Facultad de Educación
Keywords
Diversidad - Educación matemática - Normalidad - Patológico - Historización del presente - Diversidade - Educação matemática - Normal - Historização do presente
Materia geográfica
Collections
Abstract
En este artículo problematizamos los discursos que han sido históricamente naturalizados en torno a “lo normal” y que se desprenden de las políticas educativas y estudios sobre sistemas educativos reconocidos como relevantes a lo largo de la conformación de la escuela en Chile. En particular, nos posicionamos frente a los parámetros que se delinean sobre quién ha tenido y tiene derecho a acceder a la escolaridad, centrándonos en discursos sobre la enseñanza y aprendizaje de las matemáticas. Este movimiento analítico permitirá explorar cómo se ha construido y se ha ido reconstruyendo el estudiante patológico en la escuela y, en particular, en la educación matemática mediante las formas hegemónicas de entender y abordar lo que se considera diferente. Utilizamos la estrategia analítica foucaultiana de la historización del presente para indagar sobre los modos de entender y pensar la diversidad al desnaturalizar narrativas dominantes que trazan lo normal.
Este artigo problematiza os discursos que historicamente se naturalizaram em torno do “normal”, enfocando aqueles que circulam nas políticas educacionais e nos estudos sobre a conformação da escola no Chile. Discursos que estabelecem quem teve e tem direito ao acesso à escolaridade, bem como ao ensino e aprendizagem da matemática. Uma historici-zação do presente aplica-se para pesquisar formas de compreender e pensar a diversidade, desnaturando narrativas dominantes que fabricam o “aluno normal” e, por sua vez, o “aluno patológico”, por meio de formas hegemônicas de compreender e abordar o que é consi-derado diferente. Há discursos que se ligam por buracos de minhoca - parecendo, assim, atemporais - que vão produzindo e reproduzindo uma racionalidade em que se inclui o normales, e o outro anormales são excluído ou marginalizado.
Este artigo problematiza os discursos que historicamente se naturalizaram em torno do “normal”, enfocando aqueles que circulam nas políticas educacionais e nos estudos sobre a conformação da escola no Chile. Discursos que estabelecem quem teve e tem direito ao acesso à escolaridade, bem como ao ensino e aprendizagem da matemática. Uma historici-zação do presente aplica-se para pesquisar formas de compreender e pensar a diversidade, desnaturando narrativas dominantes que fabricam o “aluno normal” e, por sua vez, o “aluno patológico”, por meio de formas hegemônicas de compreender e abordar o que é consi-derado diferente. Há discursos que se ligam por buracos de minhoca - parecendo, assim, atemporais - que vão produzindo e reproduzindo uma racionalidade em que se inclui o normales, e o outro anormales são excluído ou marginalizado.
